Quartzitos / Pedra Mineira / São Tomé

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O quartzito leva diversos nomes em diferentes regiões: Caxambu, Pedra Mineira, São Tomé, etc. São utilizadas, devidas suas características a térmicas e antiderrapantes, predominantemente em áreas externas, especialmente em piscinas. Hoje é muito utilizado em fachadas, em churrasqueiras, lareiras, etc., particularmente no formato de filetes. Com o uso cada vez mais freqüente de estilos e acabamentos rústicos em áreas internas, esta rocha voltou a ganhar espaço em residências de alto padrão.

Não importando onde nem como é usada, uma coisa é certo sobre este material: Necessita de tratamento. Quando não tratada, esta rocha é uma das mais prejudicadas quando exposta ao tempo e à umidade (pode ser de uma simples limpeza). Devido seu formato geológico, quando constantemente umedecida, colônias de fungos se proliferam, gerando o desprendimento de placas, entre outros prejuízos.

Piso em concreto

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Os concretos para pisos podem ser classificados por seu acabamento. Existem os polidos e desempenados com acabadoras mecânicas (do tipo helicóptero), que são os mais lisos e bem acabados; os desempenados manualmente; os lavados, que são os mais ásperos e utilizados em áreas externas; os regulados, que são nivelados, mas têm superfície ondulada; os moldados por formas, que tem textura imitando outros materiais ou não.

Todos os tipos podem e devem ser tratados, para que não manchem que fiquem bonitos e não sujem com facilidade.

Os concretos podem ser tratados com tintas ou revestimentos epóxi ou poliuretano, que não oferecemos. São os tratamento ideais para áreas industriais com muita possibilidade de ataques químicos, já que estas coberturas são bem resistentes. Em áreas onde o atrito é o principal problema, o SBP – Lapidação de Concreto – é insuperável em termos de durabilidade, beleza e praticidade

Cimento Queimado

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O Cimento Queimado é um revestimento executado no local. Depende da habilidade de aplicadores treinados. É aí que reside sua principal inconveniência, pois são poucos os capacitados para executá-lo adequadamente. Os problemas mais comuns estão relacionados à espessura da camada e na preparação do contrapiso.

É muito arriscado de ser lixado, pois sua camada superficial pode soltar ou ser fina demais, mas, eventualmente, é possível.

Existem empresas que fabricam materiais mais avançados e aditivados para a execução destes pisos, como o chamado Tecnocimento. Mesmo estes, necessitam de habilidade na execução e de cuidados na manutenção.

Pisos vinílicos

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Pisos vinílicos, pisos emborrachados, pisos em PVC são utilizados com exclusividade em ambientes internos de tráfego médio ou intenso. Muito usados em hospitais, também passaram a ser vistos com freqüência em escolas, algumas lojas de varejo e escritórios todos são comercializadas em mantas ou em placas, sempre finas. Uma falha muito comum na aplicação desses produtos é o preparo inadequado da superfície ao qual o produto será instalado. Essa falta de preparo do contra piso pode acarretar em deformações e descolamento do piso.

São revestimentos muito versáteis no momento de escolher a paginação, pois podem ser recortados em diversos formatos e possuem uma gama muito grande de cores e padrões.

Todos os materiais citados são de fácil manutenção e seguem a mesma lógica que rege qualquer revestimento, ou seja, quanto mais áspero mais sujará. Alguns possuem brilho, outros não. Os mais lisos e brilhantes serão os que menos sujam. Os mais ásperos e foscos, o inverso.

Pedras Miracemas

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Pedras Miracemas são revestimentos naturais muito similares aos granitos, só que em sua forma mais primitiva. São, na verdade, Gneisses, que devido sua textura antiderrapante, são principalmente usadas em calçadas ou áreas externas. Por existirem em diversas cores, possibilitam pavimentos decorados e também são excelentes para fachadas.

São revestimentos altamente porosos e ásperos, que mancham e se deterioram com facilidade. Sendo assim, é fundamental que sejam tratadas adequadamente.

Mármores

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Mármore é uma rocha metamórfica originada de calcário exposto a altas temperaturas e pressão. Por este motivo as maiores jazidas de mármore são encontradas em regiões de rocha matriz calcária e atividade vulcânica. O mármore é uma rocha explorada para uso em construção civil. Comercialmente são classificadas como mármores, todas as rochas carbonáticas capazes de receber polimento. A composição mineralógica depende da composição química do sedimento e do grau metamórfico. Dessa forma, possuem uma variedade de cores e texturas, estruturas que as tornam bastante rentáveis na indústria de rochas ornamentais. Em Portugal, as maiores explorações de mármore localizam-se em torno da zona de Estremoz, Borba e Vila Viçosa, de onde é extraído o chamado Mármore de Estremoz.

No Brasil, as maiores concentrações de mármore estão no estado do Espírito Santo, sendo este também o maior produtor de rochas ornamentais do país.

Pisos Laminados

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Este tipo de revestimento pode ser dividido em duas categorias:

1) Laminados de baixa resistência, que são também chamados de Carpetes de Madeira.

2) Laminados de alta resistência.

A diferença principal consiste na camada superficial de cada tipo. Um recebe verniz (carpete) e outro uma lâmina de celulose impregnada de óxido de alumínio, que confere muito maior resistência à abrasão.

Laminados mais texturizados ou menos brilhantes ‘pegam’ mais sujeira que os revestimentos brilhantes e mais lisos.

Pedras portuguesas

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A calçada portuguesa resulta do calcetamento com pedras de formato irregular, geralmente de calcário e basalto, que podem ser usadas para formar padrões decorativos pelo contraste entre as pedras de distintas cores. As cores mais tradicionais são o preto e o branco, embora sejam populares também o castanho e o vermelho. Em certas regiões brasileiras, porém, é possível encontrar pedras em azul e verde. Em Portugal, os trabalhadores especializados na colocação deste tipo de calçada são denominados mestres calceteiros.

A calçada portuguesa, tal como o nome indica, é originária de Portugal, tendo surgido em  meados do século XIX. Esta é amplamente utilizada no calcetamento das áreas pedonais, em parques, praças, pátios, etc. No Brasil, este foi um dos mais populares materiais utilizados pelo paisagismo do século XX, devido à sua flexibilidade de montagem e de composição plástica. A sua aplicação pode ser apreciada em projectos como o do calçadão da Praia de Copacabana (uma obra de Roberto Burle Marx) ou nos espaços da antiga Avenida Central, ambos no Rio de Janeiro.

Porcelanato

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Porcelanato são placas cerâmicas para revestimento constituídas por argilas, feldspatos eoutras matérias-primas inorgânicas.

O processo de fabricação envolve elevado grau de moagem, alto teor de matéria-prima fundente e alta densificação após queima, resultando em produtos com baixa porosidade e elevado desempenho técnico.

Suas principais vantagens são: altíssima resistência a abrasão e alta durabilidade, quando comparado à maioria das pedras naturais e outros tipos de cerâmica.

Os Porcelanato foram tidos por um bom tempo como os revestimentos perfeitos. Não manchavam, não sujavam, não desgastavam… Com o passar dos anos, foi-se percebendo que a realidade é um pouco diferente. É inegável que possuem ótimas características, na maioria das vezes, superiores a qualquer tipo de material existente, no entanto, precisam de cuidados e merecem produtos especiais que respeitem e combinem com suas propriedades.

Ladrilhos hidráulicos

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Ladrilho hidráulico é: Peça de cimento comprimido decorado feita na prensa hidráulica. É um piso artesanal que traz em si exclusividade e personalização, resultando em peças únicas de acordo com as necessidades do cliente. Por esse motivo, é considerado por muitos uma arte.

Nas mãos do ladrilheiro, o cimento se transforma em piso, em revestimento de paredes, em objetos de decoração, em recordações, em arte. O ladrilho hidráulico é uma placa cimentícia feita à mão, um a um, de maneira totalmente artesanal. O ladrilho hidráulico tem sua origem nos mosaicos bizantinos e foi muito utilizado durante o período vitoriano, nos castelos e prédios públicos por toda Europa, posteriormente introduzido e popularizado na arquitetura das residências, chegando à América do Sul no final do século XIX.